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	<title>dezgra.us &#187; amigos</title>
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	<description>um esboço urbano sobre as &#34;ciladas&#34; percebidas apenas por portadores de necessidades especiais</description>
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		<title>Graciliano Belvedere</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 12:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>frajuto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia desses decidimos tomar café da manhã no Graciliano por ser um restaurante muito bonito, com uma decoração bem elabora e um vasto cardápio cheio atrativos para todos os gostos. Devido a falta de acesso das casas o programa ia sendo adiado até saber que a filial do Belvedere passou por reformas, retirando a escada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-204   alignright" style="margin: 4px; border: 1px solid black;" title="graciliano-escada" src="http://dezgra.us/wp-content/uploads/2010/08/graciliano-escada-e1283297688331.jpg" alt="Graciliano antes da reforma" width="114" height="204" />Dia desses decidimos tomar café da manhã no <a href="http://www.restaurantegraciliano.com.br/" target="_blank"><em>Graciliano</em></a> por ser um restaurante muito bonito, com uma decoração bem elabora e um vasto cardápio cheio atrativos para todos os gostos. Devido a falta de acesso das casas o programa ia sendo adiado até saber que a filial do Belvedere passou por reformas, retirando a escada da entrada para dar lugar a uma rampa. Era o que faltava para, em pleno Domingo, encontrarmos amigos para um café da manhã.</p>
<p>O primeiro inconveniente, e que em <a title="BH" href="http://twitter.com/BeloHorizonte" target="_blank">BH</a> é quase impossível evitar, foi a calçada de pedras portuguesas com lombadas e declives/aclives seguidos, quase um motocross próximo do asfalto. Esse tipo de calçada agride obesos, idosos, carrinhos de bebê e até as sandálias de salto que, com toda certeza, transitam pelo restaurante diariamente.</p>
<p><a title="RAMPA?" href="http://dezgra.us/wp-content/uploads/2010/08/graciliano.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-201" style="margin: 4px; border: 1px solid black;" title="graciliano-rampa" src="http://dezgra.us/wp-content/uploads/2010/08/graciliano-199x300.jpg" alt="Graciliano" width="199" height="300" /></a>Daí a surpresa, a suposta rampa é, na verdade, uma extensão da calçada ou, sendo mais específico,  uma antiga lombada que existia ao lado da escada e  foi prolongada até a porta de entrada. Certamente ela foi carinhosamente apelidada de &#8220;<em>rampa</em>&#8221; por algum pedreiro bem humorado que executou a obra de retirada da escada.</p>
<p>A &#8220;<em>rampa</em>&#8221; é feita da mesma pedra da calçada e, obviamente, totalmente irregular e desnivelada, sem espaço para apoio dos pedestres e menos ainda para uma cadeira de rodas. Para piorar a situação deixaram um pequeno degrau entre o piso do restaurante e a calçada, que além de impedir um acesso fácil possibilita pequenos acidentes a qualquer transeunte.</p>
<p>Em minha opinião eles deveriam ter optado elo uso do espaço lateral para criar a rampa dentro das regras do CREA, mantendo a escada (de madeira e muito bonita) e assim atenderiam a todos os seus clientes sem correrem o risco de acidentes que responsabilizam a casa e denigrem sua bela imagem.</p>
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		<title>prefácio</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 17:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>frajuto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há alguns meses fui convencido por uma amiga a ir ao &#8220;Saideira&#8221;, festa que finaliza o &#8220;Comida de Buteco&#8221; em BH. Como todo ano me prometia ir e acabava enrolando ou preso a outro evento qualquer, resolvi aceitar desde que  o  local fosse acessível. Durante a semana procurei uma das organizadoras do evento que me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns meses fui convencido por uma amiga a ir ao &#8220;Saideira&#8221;, festa que finaliza o &#8220;<a title="comida di buteco" href="http://www.comidadibuteco.com.br/" target="_self">Comida de Buteco</a>&#8221; em BH. Como todo ano me prometia ir e acabava enrolando ou preso a outro evento qualquer, resolvi aceitar desde que  o  local fosse acessível.</p>
<p>Durante a semana procurei uma das organizadoras do evento que me garantiu ter acesso por rampas e entradas facilitadas.  Ainda frisou que apenas um dos pisos do galpão (eram 4) teria piso de britas, e nesse ficaria complicado.</p>
<p>Ok! Três pisos seriam suficientes para ouvir os shows (sim, ouvir, sentado é praticamente impossível assistir um show no meio da multidão meu caro) e provar os tira-gostos dos butecos participantes. Ingressos (caros) comprados e lá vamos nós!</p>
<p>Bem, para os 15mil participantes e a direção do evento o local podia ser acessível, mas para as minhas baterias e rodas, as rampas pareciam preparadas para saltos de bicicross e o piso perfeito para um ralí!<br />
É claro que não durei 2h alí, sair foi outro &#8220;parto&#8221; e até chegar ao  shopping que fica ao lado foi  uma grande aventura desviando de buracos, carros, ambulantes, degraus e toda a sorte urbana.</p>
<p>Quando já estávamos sãos e salvos na mesa de um restaurante, a amiga, desde os tempos de colégio, comenta que &#8220;não sabia como era difícil atravessar uma rua ou multidão&#8221;. Em todos esses anos ela nunca havia parado para  observar esses detalhes.</p>
<p>Foi daí que percebi que a maioria dos obstáculos urbanos existem por pura e simples falta de percepção dos responsáveis. O organizador do &#8220;Saidera&#8221; se prepara para receber 15mil pessoas e  não  é obrigado a se preocupar com público especial (só é obrigado e informar corretamente), o mesmo ocorre com o proprietário do buteco, restaurante, cinema, loja&#8230;etc, etc, etc.</p>
<p>Como na maioria das vezes, para os demais, um degrau é só um degrau, isso passa batido e não realizam uma alteração simples no local.</p>
<p>Dessa &#8220;falta de observação&#8221; percebi que para haver mudanças é preciso mostrar a necessidade àqueles que não a percebem no dia-a-dia, e daí surgiu a ideia de escrever esse blog sem pretensão de elevar bandeiras ou criar novas obrigações.</p>
<p>As mudanças devem ser realizadas de forma consciente e por desejo de cada um, mantendo-se o respeito mutuo!</p>
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