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	<title>dezgra.us de (in)acessibilidade &#187; rampa</title>
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	<description>Acessibilidade: mais do que acabar com degraus</description>
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		<title>Tinha uma rampa no AppleBees</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 16:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dezgraus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurante]]></category>
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		<description><![CDATA[Acessível, mas falta seguirem normas para que seja realmente prático.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="rw-right"><div class="rw-ui-container rw-class-blog-post rw-urid-3050"></div></div><p>Ao passar em frente a <a href="http://www.applebees.com.br/applebrasil_bh/" target="_blank"><em>AppleBees</em></a> sempre prometia uma visita atraído pela fachada do restaurante e, logo na entrada, uma rampa de acesso bem bonita demonstrando um certo cuidado com os clientes que necessitam desse recurso, eis que na semana passada um convite para jantar e cinema com amigos me fez aproveitar a oportunidade.</p>
<p>Assim que chegamos o atendimento e a decoração interna superaram as expectativas, o visual lembra uma lanchonete de <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Back_to_the_Future" target="_blank">Back To The Future</a></em> com mais mesas, detalhes e quadros divertidos para todos os lados, mas foi aí que surgiu o mais <em>surpreendente</em> em meio a tanto zelo.</p>
<p>Nos levaram para a parte de trás, onde há mesas maiores próprias para grupos, e <em>no meio do caminho</em> há mais uma rampa só que dessa vez a preocupação parece ter desaparecido. Também de madeira, acompanhando o visual do local, mas tão íngreme que até os &#8220;<em>bípedes</em>&#8221; sentem dificuldade em subi-la.</p>
<p>Fiquei pensando no dia a dia do local, com frequentadores de todos os tipos passando por alí&#8230; gordos, altos, idosos, desajeitados, de salto, apressados, bêbados&#8230;</p>
<p>Ninguém pensou em quantos acidentes esse declive todo pode causar?<br />
Para uma cadeira de rodas já é difícil mas imagine um cliente com cerca de <em>90Kg</em> que vai comemorar o aniversário com amigos, após alguns tragos a rampa chata da subida pode virar o desastre da saída. E se aquele tio com mais de 60 anos que adora uma cerveja acompanhar, pode acabar fazendo dupla na enfermaria.</p>
<p>São pequenos detalhes que podem afetar do cliente a franquia e desencadear um turbilhão de dores de cabeça desnecessárias.</p>
<p><em>Cheers!</em></p>
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		<title>Graciliano Belvedere</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 12:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DEZGRA.US</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurante]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia desses decidimos tomar café da manhã no Graciliano por ser um restaurante muito bonito, com uma decoração bem elabora e um vasto cardápio cheio atrativos para todos os gostos. Devido a falta de acesso das casas o programa ia sendo adiado até saber que a filial do Belvedere passou por reformas, retirando a escada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="rw-right"><div class="rw-ui-container rw-class-blog-post rw-urid-2030"></div></div><p>Dia desses decidimos tomar café da manhã no <a href="http://www.restaurantegraciliano.com.br/" target="_blank"><em>Graciliano</em></a> por ser um restaurante muito bonito, com uma decoração bem elabora e um vasto cardápio cheio atrativos para todos os gostos. Devido a falta de acesso das casas o programa ia sendo adiado até saber que a filial do Belvedere passou por reformas, retirando a escada da entrada para dar lugar a uma rampa. Era o que faltava para, em pleno Domingo, encontrarmos amigos para um café da manhã.</p>
<p>O primeiro inconveniente, e que em <a title="BH" href="http://twitter.com/BeloHorizonte" target="_blank">BH</a> é quase impossível evitar, foi a calçada de pedras portuguesas com lombadas e declives/aclives seguidos, quase um motocross próximo do asfalto. Esse tipo de calçada agride obesos, idosos, carrinhos de bebê e até as sandálias de salto que, com toda certeza, transitam pelo restaurante diariamente.</p>
<p>Daí a surpresa, a suposta rampa é, na verdade, uma extensão da calçada ou, sendo mais específico,  uma antiga lombada que existia ao lado da escada e  foi prolongada até a porta de entrada. Certamente ela foi carinhosamente apelidada de &#8220;<em>rampa</em>&#8221; por algum pedreiro bem humorado que executou a obra de retirada da escada.</p>
<p>A &#8220;<em>rampa</em>&#8221; é feita da mesma pedra da calçada e, obviamente, totalmente irregular e desnivelada, sem espaço para apoio dos pedestres e menos ainda para uma cadeira de rodas. Para piorar a situação deixaram um pequeno degrau entre o piso do restaurante e a calçada, que além de impedir um acesso fácil possibilita pequenos acidentes a qualquer transeunte.</p>
<p>Em minha opinião eles deveriam ter optado elo uso do espaço lateral para criar a rampa dentro das regras do CREA, mantendo a escada (de madeira e muito bonita) e assim atenderiam a todos os seus clientes sem correrem o risco de acidentes que responsabilizam a casa e denigrem sua bela imagem.</p>
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		<title>Uma escola no passado</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 00:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dezgraus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edificações]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez fui &#8220;esperto&#8221; o suficiente para deixar passar a data de troca do local de votação, e lá fui para a antiga escola onde concluí o (já finado) segundo grau. Mudei do bairro há 8 anos e sempre enrolo para trocar a zona (ui!) eleitoral; fora os 30min de trânsito e o calor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="rw-right"><div class="rw-ui-container rw-class-blog-post rw-urid-600"></div></div><p>Mais uma vez fui &#8220;<em>esperto</em>&#8221; o suficiente para deixar passar a data de troca do local de votação, e lá fui para a antiga escola onde concluí o (<em>já finado</em>) segundo grau. Mudei do bairro há 8 anos e sempre enrolo para trocar a zona (ui!) eleitoral; fora os 30min de trânsito e o calor, vale reencontrar amigos e fazer uma social.<br />
O lado ruim é comprovar, a cada eleição, que em 8 anos uma escola pública que era tida como a melhor da região, além de não evoluir, conseguiu piorar o que era ruim.</p>
<p>Quando consegui (<em>depois de muita <strong>burrocracía</strong> e a contra-gosto da diretoria</em>) me matricular, a escola usava o esquema de &#8220;sala ambiente&#8221; que obrigava o aluno a trocar de sala a cada período de aula. Tudo bem, se não fossem as escadas que dividem a escola em três patamares. Como já existia uma suposta lei para edificações públicas serem acessíveis, o diretor se comprometeu a criar rampas de acesso, e criou, mas eram rampas para skatistas kamikazes ou motocross já que simplesmente jogaram cimento sobre o barranco lateral a escada.</p>
<p>Você arriscaria? Nem eu, nem o resto da turma, que preferia fazer força nas escadas a descer aquilo que chamavam de &#8220;rampa&#8221; em 1993. Talvez fosse o projeto da rampa do <a title="super rampa" href="http://www.youtube.com/watch?v=3_1Y8UoLIu4&amp;feature=related" target="_self"><em>Bob Burnquist</em></a> mas nada viável para uma cadeira.</p>
<p>O engraçado é que há alguns anos toda a escola foi reformada e &#8220;<em>refizeram</em>&#8221; as rampas, cada uma com sua característica especial:</p>
<blockquote><p><strong>1.</strong> Em curva, levemente caída para um lado (será que é para escoar a água?!) e com degrau (quebrado) na entrada.<br />
<strong>2.</strong> De aço gradeada, como as rampas para carrinhos de supermercado e com +- 30° de inclinação. Para entender melhor, uma cadeira motorizada com freio automático que suporta 200kg não parou na rampa!<br />
<strong>3.</strong> Entre uma árvore e um barranco, tão inclinada quanto a anterior e arenosa. Freios? Pra quê?</p></blockquote>
<p>É pena que as fotos não mostrem exatamente como são as rampas, mas vale visita-las para conhecer o ápice da engenharia acessível.</p>
<p>&nbsp;</p>
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